Extraordinário

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SINOPSE: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

No Carnaval, é comum a gente vestir a fantasia, pintar o rosto, usar máscara. Adultos e crianças, não importa a idade. Mas e quando muito mais que uma brincadeira a máscara é usada como proteção emocional? Quis o destino que August Pullman não tivesse um rosto comum na multidão. Auggie é apenas uma criança. Com um rosto marcado por diversas cirurgias para amenizar uma deformidade.

Por conta das cirurgias, Auggie não frequentava a escola. A mãe se encarregava de sua educação e foi a grande incentivadora para que o garoto pudesse aprender mais que ela poderia ensinar. Inicialmente, o pai e o próprio Auggie foram contra a ideia. Era o medo de não ser aceito. Era a tensão de passar por situações constrangedoras ou ser vítima de bullying e preconceito. Ok, tudo isso e muito mais aconteceria durante as aulas na Beecher Prep, uma escola particular em Nova York, nos Estados Unidos.

O que faz de Auggie um garoto especial? Afinal, ele é apenas uma criança que tem uma irmã chamada Via e uma cachorrinha chamada Daisy. É louco por Star Wars. E amava um capacete de astronauta, que o acompanhou durante muito tempo no supermercado, no parquinho, todos os lugares.

“Para mim, o Halloween é a melhor festa do mundo. Melhor até que o Natal. Posso usar fantasia. Usar máscara. Posso andar por aí como qualquer outra criança fantasiada e ninguém me acha estranho. Ninguém olha para mim duas vezes. Ninguém me nota. Ninguém me reconhece.”

Auggie é grande e generoso. É extraordinário pela beleza que emana de seu interior. Pelo caráter e gentileza. Por ser e levar amor.

A história escrita por R. J. Palacio é um alento para as almas que acreditam num mundo melhor onde a aceitação e a bondade sejam premissas fundamentais na sociedade. Aos pais, cabe educar os filhos a aceitar e a respeitar as diferenças. Solidariedade, amor e humanidade só levam ao caminho do bem.

 

 

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