A dualidade do amor

 

anel

Fiz um desafio literário em comemoração ao Dia dos Namorados. Pedi que os leitores me escrevessem frases sobre o amor. Assim sem nenhuma limitação. Deixando-os livre para me mandar as suas impressões. Teria uma oportunidade de conhecer quem, assim como eu, costuma parar uns minutinhos que seja para pensar sobre o amor.

É verdade que recebi poucas frases. Sabe como é… acho que as pessoas ainda preferem os sorteios aos desafios. Na pressa de viver, muitas vezes, arriscamos mais a sorte que nos dedicamos a parar para refletir. Normal.

O que me surpreendeu foi que todas as frases abordavam a dualidade do amor. Apontavam como um sentimento que pode nos levar a um céu de brigadeiro como também um campo minado. Território perigoso. Amar, assim como a vida, requer arriscar-se. Um coração que nunca sofreu é também um coração pobre de sentimentos, igualmente vazio.

A frase que escolhi (pedi ajuda em casa) foi “O amor é como o mar, dá medo, é imenso e perigoso. Mas, uma vez que provamos de sua calmaria e sentimos aquela marola que estremece o coração, nunca mais queremos sair de perto dele.” É verdade, Vanessa. Eu, pessoalmente, acho o mar uma das mais maravilhosas criações divinas. Sinto-me preenchida, curada, quando estou nos braços de Iemanjá num delicioso mergulho seja numa praia urbana ou paradisíaca. Não importa. A sensação é a mesma. A água do mar cura, tranquiliza, reenergiza.

Mas voltando à dualidade sobre o amor, o medo é inevitável. Em qualquer forma de amor. Em qualquer idade. O que importa é que o medo não nos aniquile. Não nos paralise. Não nos impeça de buscar a felicidade.

 

2 Comments


    1. // Reply

      obrigada, querida! Continue refletindo sobre o amor, buscando-o e nos acompanhando. beijos

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *